Parte 5 - Nosso
Pai abomina o juramento
*E disse
Abraão ao seu servo, o mais antigo da casa, que tinha o governo sobre tudo o
que possuía: Põe a tua mão debaixo da minha coxa ((Eles
faziam juramento com a mão no pênis um do outro, para você ver como esse povo é
louco)), Para que eu te faça jurar pelo Pai Senhor, Deus o
Criador do céu e da terra, que não tomarás para meu filho mulher dentre as
filhas dos cananeus, no meio dos quais eu habito.*
(Gênesis
24: 2 e 3)
*Mas,
sobretudo, meus irmãos, não jureis, nem pelo céu, nem
pela terra, nem façais qualquer outro juramento; Seja, porém, o vosso sim, sim, e o vosso não, não, para não cairdes em
condenação.*
(Tiago 5:12)
Eu,
porém, vos digo que de maneira nenhuma jureis;
nem pelo céu, porque é o trono do Pai; Nem pela terra, porque é o escabelo de
seus pés; nem pela Cidade Santa, porque é a cidade do grande Rei; Nem jures
pela tua cabeça, porque não podes tornar um só cabelo branco ou preto. Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não; pois o
que passa daí, vem do Maligno.
(Mateus
5: 34 até 37)
Abraão quando jurou foi desobediente ao Nosso Pai. Pois
quem obedece ao Pai e nosso Messias, não vai contra a palavra deles.
E o “Deus” que jurou para Abraão era um anjo caído
transfigurado em anjo de luz. Pois esse mesmo
“Deus” até pede para Abraão sacrificar seu próprio filho, uma coisa que
nosso Pai nunca falaria.
Abraão
sacrificou animais e crianças, ele não sacrificou o próprio filho, mas
sacrificou o dos outros.
Esse “Deus de Abraão", tem Abraão como um amigo, podemos concluir então, que esse "Deus" é amigo de um assassino!
Aqui o Messias ensina que JAMAIS devemos fazer
juramentos, está é uma palavra que não devemos usar de maneira alguma! E
não devemos também descumprir
o que prometemos, que o nosso sim seja sim e que nosso não seja não!
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